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Tombos e acidentes

Vamos usar este espaço para falar de segurança. Seja ao dirigir. Seja como se comportar. Qualquer tipo de segurança.
Sharper
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Tombos e acidentes

Mensagem por Sharper » 22 Fev 2011 10:12

Olá pessoal,

Tive a idéia de fazer um tópico sobre isso, p/ compartilharmos nossas experiências, a fim de aprendermos e evitarmos que se repitam.

Meu único tombo de moto foi na moto-escola (então nem conta rs). Com aquela porcaria de regra de não poder usar a embreagem e fazer manobras em baixa velocidade. Estava fazendo a volta (uma curva em U), a moto morreu, travou e caí. Então resolvi abandonar a TDM 225 (se não me engano) e voltar a fazer aula na RD 135, 2 tempos, portanto sem o efeito freio motor. "Trapaceei" mesmo rs. Regras sem noção... Pra andar devagar é muito mais seguro usar embreagem e freio traseiro.

Um acidente recente em frente ao meu trabalho: vi, no semáforo, uma moto (em pé) com a roda traseira presa debaixo da frente de um carro. Como ali ninguém respeita o sinal, imagino que havia um carro parado na frente da moto, a moto parou e o cara de trás não. Fez-se um sanduíche da moto. Portanto, aquela dica de não parar atrás dos carros, parar do lado, é muito válida.

Outro: um conhecido estava de manhãzinha, naquele horário que o sol está bem baixo e atrapalha a visão. Não conseguiu ver se o semáforo estava verde ou vermelho até bem perto. Parou, olhou para os lados e levou uma pancada por trás pq o carro que vinha também foi cegado pelo sol. Ninguém se machucou, mas a moto quebrou uns 600 reais só de peças (uma xtz 125), a namorada foi parar em cima do carro e levou um baita susto. Mais uma dica: muito cuidado ao nascer e por do sol e ficar sempre atento a quem vem atrás.

Isso aí... Postem os tombos, acidentes e lições aprendidas.

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Boeira
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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por Boeira » 22 Fev 2011 14:23

"Não tento explicar às pessoas porque é que viajo de moto.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possivel."
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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por Nkitz » 22 Fev 2011 22:47

Eu, graças a Deus, nunca me acidentei. Mas já caí e derrubei a moto. Minha única experiência de ir ao chão foi quando nem tinha ou imaginava ter moto: fui dar uma voltinha numa rua restrita com uma Dream 100 do meu tio. Tava indo bem quando o bocó aqui foi dar uma aceleradinha pra reduzir a marcha, e como ela não tem embreagem, na aceleradinha a bicha saiu pulando e dando pinote rsrsrsrs.... e o chão foi o limite :o :lol:
Já com a minha moto, a Bros 150, parei de repente num piso em desnível, desequilibrei e "faltou chão" do lado direito. Quando ví a cag@#@, larguei a moto ao chão. Só riscou um pouco o manete de freio e o baú. Coisa besta :shock:
Mas já levei sustos com carros parados que saíram e cortaram minha frente. Outra ocasião saltou ao meu lado a roda da caminhonete que eu ultrapassava. Por menos de um segundo poderia ter sido derrubado.

Sobre esse lance de virar sanduíche citado acima, eu tbm procuro parar a moto mais pro lado e mirando área de escape. ;)

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Marcos-DF
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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por Marcos-DF » 22 Fev 2011 23:00

Nome aos tombos de motocicleta

Não ria, porque em trail quem ri por último ri... sem dentes


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Vasectomia - Um tombo muito comum de acontecer com proprietários de Honda XLX 250R ou 350R. O piloto se aproxima de um obstáculo, como um tronco ou uma valeta. Para transpô-lo basta dar uma aceleradinha, levantar o guidão e a roda dianteira salta. Mas com as Honda 250 e 350 isso, às vezes, não acontece. O piloto se aproxima do obstáculo, dá uma aceleradinha e a moto faz "GASP!", desligando o motor. A roda dianteira bate em cheio no tronco ou enterra no buraco, e o piloto é arremessado para frente, batendo com suas partes baixas no tanque de gasolina ou no bocal do tanque.
Profilaxia: usar a embreagem com o acelerador para elevar o giro e evitar a engasgada.
Tratamento: uma semana internado numa clínica de terapia de traumas sexuais, com projeção de filmes especiais e uma série de incentivos para o Bimbo voltar a funcionar.

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Cata Cavaco (ou Cercando a Franga) - Tombo comum entre os apressadinhos. Tudo começa com uma trilha ideal para abrir o gás, mas desconhecida pelo piloto. De repente, aparece um morrinho perfeito para saltar. O voo é lindo, perfeito, mas, na hora de aterrissar, o piloto descobre que a pista lisa se transformou num paraíso de erosões. A roda dianteira entra numa das erosões e trava a moto, enquanto o piloto mantém a velocidade de 70 km/h, passa por cima do guidão e vai enterrar os chifres alguns metros adiante.
Profilaxia: em trilhas desconhecidas nunca salte como se tivesse recebido o Caboclo Paraibinha. Estude o terreno antes.
Tratamento: uma prótese nova para os dez dentes da frente.

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Baila Comigo - Tombo odiado pelos colegas. Tudo começa com uma provocação e um racha. De repente, três motos entram coladas numa curva e a da frente cai, levando as outras duas juntas, formando um lindo espetáculo circense.
Profilaxia: evitar andar colado na moto da frente.
Tratamento: cerca de 15 dias de isolamento, longe dos amigos coléricos.

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Piruette - Muito comum entre os proprietários de motos com motor dois tempos. Tudo começa com uma curva deliciosa, em alta velocidade, com terreno gradeado, perfeito. O piloto entra na curva com meio acelerador, sente que os pneus estão bem aderentes, a tração na roda traseira é perfeita e, então, dá gás. Mas justamente naquele micropedaço de solo a terra estava mais batida e mais lisa, a roda traseira derrapa até a moto ficar de lado, aí pega um novo trecho de terreno aderente, parando a traseira. O piloto é espirrado para fora da moto, dá um lindo giro no ar e aterrissa de bunda.
Profilaxia: treinar mais derrapagens controladas em vários tipos de terreno.
Tratamento: utilizar uma almofada na cadeira do escritório ou da escola por uma semana (diga logo que foi tombo, senão vão pensar o pior).

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Volta, Vem Viver Outra Vez ao Meu Lado - Tombo característico dos iniciantes. O cenário é uma subida íngreme, que piora no final. O piloto pega velocidade, entra em segunda, a moto começa a perder velocidade, reduz para primeira e dá uma baita empinada, completa um giro de 180° ficando com a roda dianteira apontada para baixo. O piloto solta das manoplas e vê a moto começar a descer numa razão de aceleração de nove metros por segundo ao quadrado (um pouco menos que os 9,8 m/s2 do Issac Newton).
Profilaxia: escolha bem as marchas antes de encarar o subidão.
Tratamento: análise com psicólogo da linha Soichiriana ,que estuda os motivos desta súbita síndrome das fugas das motos.

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Atração Fatal - Acontece com uma frequência impressionante. Às vezes, em um mesmo dia pode se repetir em várias ocasiões. O piloto vem normalmente numa estrada aparentemente lisa, sem obstáculo. O tempo é bom, visibilidade perfeita, aderência ótima. A certa altura o piloto avista um obstáculo a mais de 100 metros. Ele olha o obstáculo (que pode ser uma erosão, um tronco, uma pedra, uma vaca) e sabe que tem espaço suficiente para desviar. Mas o piloto continua olhando o obstáculo como se estivesse sendo atraído, sugado para ele e, sem tirar os olhos (só que bem mais arregalados), acerta a erosão em cheio, enterrando a roda dianteira até a altura do pára-lama.
Profilaxia: jamais olhe para o obstáculo, mas para as opções de fuga do buraco, quanto mais olhar, mais será atraído para o buraco negro.
Tratamento: depois de restaurar todas as vértebras, encomendar óculos especiais com bitolas.

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Viagem ao Centro da Terra - É uma situação inversa à anterior. O cenário é uma pirambeira para descer. O piloto começa a descer bem vagarosamente, mas o piso não dá aderência e a moto começa a pegar embalo. Não adianta frear mais porque as duas rodas já estão travadas. Quase no fim da ladeira, tem uma pinguela feita com um tronco de carvalho secular. O piloto acerta em cheio a pinguela, mas a 120 km/h. A roda dianteira fica na ponte e a traseira cai dentro do rio, junto com o piloto.
Profilaxia: quando o piloto perde o controle da moto na descida é melhor largar e deixá-la ir embora sozinha. Ou provocar uma derrapagem de traseira para cair.
Tratamento: duas semanas internado em uma clínica de recuperação de acidentados para lembrar como é que se anda, se com os pés ou com as mãos.

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Green War (guerra verde) - Depois dos ataques do grupo ecológico Green Peace (paz verde), os treieiros decretaram os ataques estilos green war. O acidente começa com uma trilha em descida, de alta velocidade, com uma curva em 180° no final. Toda volta da pista é formada por mata atlântica. O piloto não consegue frear na curva e entra na floresta, levando junto algumas espécies raras de palmeiras, um tatu peba e um veado-campeiro que estava passando pelo lugar.
Profilaxia: avaliar bem a frenagem, de preferência antes da curva.
Tratamento: uma junta composta por engenheiros florestais, mecânicos e veterinários tentarão separar as partes que compõem o piloto, as árvores e o veado (se misturar vai
dar bode).

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Vem cá, Benzim - Acontece quando o piloto está quase terminando de escalar uma bruta pirambeira e no finalzinho a moto empina e cai em cima do esmagado piloto.
Profilaxia: sentar bem próximo ao tanque nas subidas e quando a moto começar a empinar acionar a embreagem ou sair debaixo.
Tratamento: cirurgia geral para extrair o velocímetro que ficou dentro do fígado.

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Coice de Mula - O piloto vem desembestado descendo uma trilha aparentemente lisa. De repente, surge um pequeno degrau. O piloto levanta a frente da moto e passa a roda dianteira. Quando pensa que está a salvo, o pneu traseiro dá uma pancada violenta no degrau, a traseira levanta até o piloto poder ver o chão de um ângulo completamente inédito: a um palmo do nariz. Depois que o piloto cai e pensa que está numa pior, vem a moto e cai por cima, espalhando pedaços de moto e piloto num raio de 50 metros.
Profilaxia: jamais esqueça que moto tem duas rodas, a da frente e a de trás, mas não ficam necessariamente nesta ordem.
Tratamento: pegue as peças que sobraram do piloto, abra um mapa de anatomia e com ajuda de muitos tubos de cola tente juntar tudo de novo no lugar certo. Se não der certo tente uma eutanásia completa.

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Perna Pra Que Te Quero de Volta - Costuma acontecer com treieiros metidos a piloto de cross. Numa curva radical, o piloto coloca a perna do lado interno da curva para fora, com o pé rente ao chão. Mas não vê a ponta de um iceberg feito do mais puro e duro granito para fora do chão. O pé bate no granito parando imediatamente, mas o piloto junto com o que sobrou do seu corpo continua andando. Como os músculos e juntas da perna têm um limite de extensão, logo o piloto descobre que está com uma perna 10 centímetros mais comprida do que a outra e calçando 40 em um pé normal e 44 bico largo no pé dolorido.
Profilaxia: só tire os pés da pedaleira quando necessário e observe bem o terreno.
Tratamento: tração nos dedos dos pés para fazê-los voltarem ao mundo exterior. Em casos extremos será preciso restaurar os metatarsos, politarsos e paulos de tarsos utilizando dedos de segunda mão (ou melhor, de segundo pé) encontrados no desmanche do Hospital das Clínicas.

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Oi, Você Por Aqui? - Acidente cada vez mais comum nas trilhas. Um piloto vem radicalizando uma barbaridade em uma curva. Do outro lado da curva, em sentido contrário, outro piloto vem mais radical ainda. Os dois se encontram num ponto comum da curva, chamado “tinhagente”. Como nenhum dos dois é fruto da imaginação do outro, a porrada é radical.
Profilaxia: /i>mantenha-se sempre à direita, mesmo em curvas radicais.
Tratamento: depois do fiscal da seguradora decretar perda total, pegue o que sobrou de cada piloto e tente negociar no desmanche do Hospital das Clínicas. Quem sabe volta de troco uma gatinha de 16 anos, com pouco uso, único dono e nunca batida.


* Texto: Geraldo Tite Simões*
* Foto: Renato Takahashi

Fonte: http://www.webmotors.com.br/wmPublicado ... hnid=44234

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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por Quasenada » 22 Fev 2011 23:10

Já bati feio uma vez, era noite, na rodovia, aquele breu desgraçado (provavelmente o farol da titanzinha não ajudou). 2 carros estavam parados no acostamento, o 1º foi rebocar o 2° que tinha enguiçado, detalhe é que o 2º carro estava com o volante travado, na hora que o 1° puxou, o 2º foi entrou na pista... justamente quando eu estava passando... resultado: úmero, ulna e rádio quebrados.

então fica a dica: evite andar a noite em locais sem iluminação, se for inevitável, redobre a atenção e permaneça, sempre que possível, mais próximo do centro da pista, assim sobra mais espaço para manobrar em caso de algum animal (em todos os sentidos :lol: ) invadir sua pista.
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ENX:
2011 - Chapada Diamantina/BA
2012 - Conceição da Barra/ES
2013 - Pirenópolis/GO
2014 - Ibiúna/SP
2015 - Florianópolis/SC
2016 - Serra da Canastra/MG
2017 - Jaciara/MT ...
Eu fui!
2018 - Santo Cristo/RS - O vo!

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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por Marcos-DF » 22 Fev 2011 23:28

Marcos-DF escreveu:Nome aos tombos de motocicleta

Não ria, porque em trail quem ri por último ri... sem dentes


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Green War (guerra verde) - Depois dos ataques do grupo ecológico Green Peace (paz verde), os treieiros decretaram os ataques estilos green war. O acidente começa com uma trilha em descida, de alta velocidade, com uma curva em 180° no final. Toda volta da pista é formada por mata atlântica. O piloto não consegue frear na curva e entra na floresta, levando junto algumas espécies raras de palmeiras, um tatu peba e um veado-campeiro que estava passando pelo lugar.
Profilaxia: avaliar bem a frenagem, de preferência antes da curva.
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Aqui esse tombo na prática ou melhor na Serra da Canastra! rsss :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por AndYda » 22 Fev 2011 23:37

Marcos-DF escreveu:Tratamento: uma junta composta por engenheiros florestais, mecânicos e veterinários tentarão separar as partes que compõem o piloto, as árvores e o veado (se misturar vai dar bode).

Aqui esse tombo na prática ou melhor na Serra da Canastra! rsss :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
Mas e ai???? Conseguiram te separar do tal veado????? :D :D :D :D :D :lol: :lol: :lol: :lol:
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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por msfazer » 23 Fev 2011 14:11

Confesso que não sou dos que pilotam mais defensivamente ao guidão. Mas melhorei muito de 1 ano pra cá.

Muitas vezes me meto em situações nas quais eu não tenho necessidade alguma de me meter. Arriscar uma ultrapassagem num corredor, subir uma calçada, bater boca e desafiar motoristas que fazem bobagem no trânsito, etc.

Depois de alguns acidentes, eu amansei um pouco. E aprendi a pilotar defensivamente na marra. Tive sorte de nunca ter tido nenhuma fratura mais grave nas mais de 10 quedas que já tive de moto.

Duas vezes caí no óleo. Uma vez foi um caminhão fazendo uma conversão proibida, me jogou num muro. Na outra, uma senhora atravessando fora da faixa, no meio dos carros na av. Salim Farah Maluf as 18hrs. Outra, uma bixinha passa o farol vermelho e me acerta. Numa outra, uma mulher não percebeu o farol vermelho e bateu na traseira da minha moto. Uma outra, eu no corredor e dois carros me pressionaram, me levando ao chão. Teve a vez que um fio de telefone estourado enroscou na minha moto e comprei terreno. No meu último acidente, um cara pra sair do trânsito da av. 23 de maio, sai por um acesso que era só de entrada, pelo qual eu vinha:
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Teve outros tombos mais bobos que nem lembro.

A princípio, eu me coloquei como vítima em todos. Em nenhuma deles tive lesões piores do que escoriações. Como ando de skate desde os 9 anos, eu estou acostumado a cair, quebrar ossos, ralar no asfalto... Então, não me assustava nem um pouco os acidentes que tinha de moto.

Mas depois desse último que coloquei a figura que me caiu a ficha. Se vc pensar na ótica da direção defensiva, a responsabilidade de evitar o acidente sempre é do motociclista. A moto não nos protege, como o carro pode fazer. Cabe a nós antever as possibilidades e minimizar os riscos da condução.

Minha intenção aqui não é exibir com orgulho as "marcas de guerra". Mas mostrar a qtde de coisas burras que fiz por aí para informar e mostrar aos outros que essas coisas podem ser mto perigosas.

Recentemente, perdemos um amigo lá no FazerOnLine (http://www.fazeronline.com/SMF/index.php?topic=18023.0). Dois ladrões dando fuga na polícia, pegaram o cara com a sua filha na garupa. A menina ficou bem, mas ele não resistiu aos graves ferimentos.

Não é possível evitarmos todos, há as fatalidades. Mas devemos nos proteger constantemente qdo subimos na moto.

Espero com minhas quedas e pedaços de pele que deixei no asfalto, poder ajudar a todos!

Abs!

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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por AndYda » 23 Fev 2011 14:48

msfazer escreveu:Confesso que não sou dos que pilotam mais defensivamente ao guidão. Mas melhorei muito de 1 ano pra cá.
Muitas vezes me meto em situações nas quais eu não tenho necessidade alguma de me meter. Arriscar uma ultrapassagem num corredor, subir uma calçada, bater boca e desafiar motoristas que fazem bobagem no trânsito, etc.
Mas depois desse último que coloquei a figura que me caiu a ficha. Se vc pensar na ótica da direção defensiva, a responsabilidade de evitar o acidente sempre é do motociclista. A moto não nos protege, como o carro pode fazer. Cabe a nós antever as possibilidades e minimizar os riscos da condução.
Minha intenção aqui não é exibir com orgulho as "marcas de guerra". Mas mostrar a qtde de coisas burras que fiz por aí para informar e mostrar aos outros que essas coisas podem ser mto perigosas.
Espero com minhas quedas e pedaços de pele que deixei no asfalto, poder ajudar a todos!
Abs!
Rapaz, grande relato, assim como você tá criando juizo (rsrsrs brincadeirinha) se outros tomarem a mesma atitude o transito melhora horrores, cada um tem que fazer a sua parte para o todo melhorar, não adianta cobrar educação, tem mais é que mostrar a sua.

O risco mais besta que corri foi mandando um infeliz tomar no C. pois ele tinha me fechado, eu de moto e o cara de pick up, o transito não estava lá aquelas coisas e no corredor acabei ficando preso do lado no animal que resolve dar o troco e joga a caminhonete em cima de mim, por muito pouco não deu merda e quase saimos no tapa.


Detalhe, isso foi lá no Japão, falta de educação não é um problema só nosso.
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Re: Tombos e acidentes

Mensagem por emiliogonzalez » 23 Fev 2011 15:36

Quando vc passar por aqui pela Bahia me procura que a gente vai num pai de santo benzer você e sua moto.
msfazer escreveu: Duas vezes caí no óleo. Uma vez foi um caminhão fazendo uma conversão proibida, me jogou num muro. Na outra, uma senhora atravessando fora da faixa, no meio dos carros na av. Salim Farah Maluf as 18hrs. Outra, uma bixinha passa o farol vermelho e me acerta. Numa outra, uma mulher não percebeu o farol vermelho e bateu na traseira da minha moto. Uma outra, eu no corredor e dois carros me pressionaram, me levando ao chão. Teve a vez que um fio de telefone estourado enroscou na minha moto e comprei terreno. No meu último acidente, um cara pra sair do trânsito da av. 23 de maio, sai por um acesso que era só de entrada, pelo qual eu vinha:
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